O custo de um CRM para ONG tem duas partes: a ferramenta, que pode ser gratuita, ter desconto para organizações sem fins lucrativos ou cobrar por usuário e por contato, e a implantação, que inclui configurar, migrar dados, integrar com doações e treinar a equipe. Muitas vezes, a implantação pesa mais que a licença. Veja o que considerar para não gastar com um sistema que ninguém usa.
Custos da ferramenta
- Planos gratuitos: bons para começar, com limites de contatos, usuários ou recursos. Veja CRM gratuito para ONGs;
- Programas para ONGs: algumas empresas oferecem licenças com desconto ou doadas para organizações validadas;
- Planos pagos: cobrados por usuário, por número de contatos ou por recursos.
Custos de implantação
- Mapeamento: que informações a ONG precisa guardar e como usa;
- Configuração: campos, etapas, etiquetas e relatórios;
- Migração: limpar e importar planilhas antigas;
- Integrações: com a plataforma de doação, formulários do site e e-mail;
- Treinamento: para a equipe usar no dia a dia.
O que muda o preço
- tamanho da base e número de usuários;
- quantidade de integrações;
- qualidade dos dados atuais (planilhas bagunçadas dão mais trabalho);
- automações desejadas, como e-mails de boas-vindas.
Como não desperdiçar
- comece pelo que a equipe realmente vai usar;
- escolha uma ferramenta simples antes de uma completa demais;
- defina um responsável por manter os dados em dia;
- meça se o CRM está ajudando: retenção, doadores reativados, tempo economizado.
Veja como escolher um CRM e CRM para ONGs.
Quando a ONG precisa de CRM
Quando a base de doadores passa de algumas dezenas, planilhas começam a perder informações: quem doou, quando, quanto, quem precisa de agradecimento. É nesse momento que um CRM simples começa a se pagar, com mais retenção de doadores. Veja indicadores de captação.
Implantação com quem entende de captação
A Ruptura faz a implantação de CRM para ONGs, com configuração, migração, integrações e treinamento. Comece pelo diagnóstico gratuito.