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Assessoria de imprensa para ONGs

Ruptura · Atendimento em todo o Brasil
Equipe de ONG brasileira, representando a divulgação do trabalho social na imprensa

Uma reportagem no jornal da cidade, uma entrevista na rádio comunitária ou uma matéria num portal regional podem apresentar a sua ONG a milhares de pessoas de uma vez, com uma credibilidade que nenhum post patrocinado tem. Mas jornalistas recebem dezenas de sugestões por dia e descartam quase todas. A assessoria de imprensa para ONGs da Ruptura transforma o que a sua organização faz em pautas que interessam à imprensa, e cuida do relacionamento para que elas cheguem às pessoas certas.

Por que a imprensa ainda importa para uma ONG

Aparecer na mídia não é vaidade. Uma matéria publicada vira prova de credibilidade que a organização pode mostrar a empresas, financiadores e editais. Também costuma gerar picos de busca pelo nome da ONG, novos doadores e inscrições de voluntários. E jornalistas que conhecem a organização passam a procurá-la como fonte quando o tema da causa entra no noticiário.

O problema é que muitas ONGs só procuram a imprensa quando precisam de algo, com um texto longo sobre a história da instituição. Jornalista não publica história institucional; publica notícia. A diferença entre ser ignorado e ser publicado está quase sempre no ângulo da pauta.

O que está incluído

  • Mapa de pautas: levantamento de tudo o que a organização tem de noticiável no ano: lançamentos, dados próprios, datas da causa, histórias de transformação, eventos e campanhas;
  • Releases: textos curtos, com título claro, informação principal no primeiro parágrafo, dados, aspas de porta-voz e contatos;
  • Mailing segmentado: lista de veículos e jornalistas que cobrem a sua causa e a sua região, com foco na mídia local e nos portais de nicho;
  • Abordagem personalizada: envio direcionado e acompanhamento, sem disparos em massa para listas genéricas;
  • Preparação de porta-vozes: orientação para entrevistas, mensagens-chave e cuidados com o que não deve ser dito;
  • Sala de imprensa no site: página com releases, fotos em boa resolução, dados da organização e contato para jornalistas;
  • Clipping e relatório: registro das matérias publicadas e uso delas no site, nas redes e nas apresentações a parceiros.

O que vira pauta (e o que não vira)

Costuma interessar à imprensa: um dado novo sobre o problema que a ONG enfrenta, uma história humana com começo, meio e fim, um evento aberto ao público, uma data ligada à causa, uma iniciativa diferente do que já se viu. Raramente interessa: o aniversário da organização sem nenhum fato novo, a lista de projetos, o pedido de doação puro. Em datas como o Dia de Doar ou campanhas de fim de ano, a pauta precisa de um gancho além do pedido, como o tamanho da necessidade, o que mudou desde o ano anterior ou uma história específica. O artigo como divulgar sua ONG na imprensa traz exemplos.

Cuidado com quem é atendido

Exposição na mídia exige atenção redobrada à dignidade e à privacidade das pessoas atendidas. Antes de indicar alguém para entrevista, verificamos a autorização de uso de imagem, os cuidados com crianças e adolescentes e se a pessoa se sente confortável. Nenhuma matéria vale o constrangimento de quem a organização existe para proteger. Os princípios estão em storytelling ético.

Como funciona

  1. Diagnóstico gratuito: o que a organização já publicou, como aparece hoje na mídia e que temas pode oferecer;
  2. Onboarding: definição de porta-vozes, mensagens-chave e materiais de apoio;
  3. Estratégia: calendário de pautas e mailing para a sua região e causa;
  4. Execução: redação de releases, contato com jornalistas e apoio nas entrevistas;
  5. Otimização: relatório do que foi publicado e ajuste dos ângulos que funcionaram melhor.

O trabalho pode ser contínuo, ao longo do ano, ou pontual, para um lançamento, evento ou campanha específica.

Para quem é

  • ONGs com trabalho relevante e pouca visibilidade fora do próprio círculo;
  • Organizações que vão lançar um projeto, uma campanha ou um evento e querem cobertura;
  • Instituições que atuam em temas que aparecem no noticiário e podem ser fontes qualificadas;
  • ONGs que buscam credibilidade para negociar com empresas e financiadores.

Assessoria de imprensa não compra espaço nem garante publicação: o que ela faz é aumentar muito a chance de a pauta certa chegar ao jornalista certo. Qualquer promessa diferente disso merece desconfiança.

Como a Ruptura ajuda

A Ruptura integra a assessoria de imprensa ao restante da comunicação: a matéria publicada vira conteúdo nas redes, entra na página de transparência e reforça a apresentação institucional usada com empresas. Quando o assunto é sensível, a assessoria anda junto com a gestão de crise e reputação. Atendimento 100% remoto, para ONGs e OSCs de todo o Brasil.

Perguntas frequentes

A assessoria de imprensa garante que a ONG saia na mídia?

Não. A publicação é decisão do veículo. A assessoria aumenta muito a chance de uma pauta ser aproveitada, escolhendo o ângulo certo e levando-a ao jornalista que cobre o tema.

Que tipo de assunto da ONG vira notícia?

Dados novos sobre o problema enfrentado, histórias humanas com desfecho, eventos abertos ao público, datas ligadas à causa e iniciativas diferentes costumam interessar. A história institucional sem fato novo raramente vira pauta.

Vale a pena focar na imprensa local?

Para a maioria das ONGs, sim. Jornais, rádios e portais da região têm mais interesse em iniciativas locais e falam justamente com o público que pode doar e ser voluntário.

Sua ONG faz um trabalho que merece ser notícia?

Receba um diagnóstico gratuito e um mapa das pautas que a sua organização pode oferecer à imprensa.

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