Uma reportagem no jornal da cidade, uma entrevista na rádio comunitária ou uma matéria num portal regional podem apresentar a sua ONG a milhares de pessoas de uma vez, com uma credibilidade que nenhum post patrocinado tem. Mas jornalistas recebem dezenas de sugestões por dia e descartam quase todas. A assessoria de imprensa para ONGs da Ruptura transforma o que a sua organização faz em pautas que interessam à imprensa, e cuida do relacionamento para que elas cheguem às pessoas certas.
Por que a imprensa ainda importa para uma ONG
Aparecer na mídia não é vaidade. Uma matéria publicada vira prova de credibilidade que a organização pode mostrar a empresas, financiadores e editais. Também costuma gerar picos de busca pelo nome da ONG, novos doadores e inscrições de voluntários. E jornalistas que conhecem a organização passam a procurá-la como fonte quando o tema da causa entra no noticiário.
O problema é que muitas ONGs só procuram a imprensa quando precisam de algo, com um texto longo sobre a história da instituição. Jornalista não publica história institucional; publica notícia. A diferença entre ser ignorado e ser publicado está quase sempre no ângulo da pauta.
O que está incluído
- Mapa de pautas: levantamento de tudo o que a organização tem de noticiável no ano: lançamentos, dados próprios, datas da causa, histórias de transformação, eventos e campanhas;
- Releases: textos curtos, com título claro, informação principal no primeiro parágrafo, dados, aspas de porta-voz e contatos;
- Mailing segmentado: lista de veículos e jornalistas que cobrem a sua causa e a sua região, com foco na mídia local e nos portais de nicho;
- Abordagem personalizada: envio direcionado e acompanhamento, sem disparos em massa para listas genéricas;
- Preparação de porta-vozes: orientação para entrevistas, mensagens-chave e cuidados com o que não deve ser dito;
- Sala de imprensa no site: página com releases, fotos em boa resolução, dados da organização e contato para jornalistas;
- Clipping e relatório: registro das matérias publicadas e uso delas no site, nas redes e nas apresentações a parceiros.
O que vira pauta (e o que não vira)
Costuma interessar à imprensa: um dado novo sobre o problema que a ONG enfrenta, uma história humana com começo, meio e fim, um evento aberto ao público, uma data ligada à causa, uma iniciativa diferente do que já se viu. Raramente interessa: o aniversário da organização sem nenhum fato novo, a lista de projetos, o pedido de doação puro. Em datas como o Dia de Doar ou campanhas de fim de ano, a pauta precisa de um gancho além do pedido, como o tamanho da necessidade, o que mudou desde o ano anterior ou uma história específica. O artigo como divulgar sua ONG na imprensa traz exemplos.
Cuidado com quem é atendido
Exposição na mídia exige atenção redobrada à dignidade e à privacidade das pessoas atendidas. Antes de indicar alguém para entrevista, verificamos a autorização de uso de imagem, os cuidados com crianças e adolescentes e se a pessoa se sente confortável. Nenhuma matéria vale o constrangimento de quem a organização existe para proteger. Os princípios estão em storytelling ético.
Como funciona
- Diagnóstico gratuito: o que a organização já publicou, como aparece hoje na mídia e que temas pode oferecer;
- Onboarding: definição de porta-vozes, mensagens-chave e materiais de apoio;
- Estratégia: calendário de pautas e mailing para a sua região e causa;
- Execução: redação de releases, contato com jornalistas e apoio nas entrevistas;
- Otimização: relatório do que foi publicado e ajuste dos ângulos que funcionaram melhor.
O trabalho pode ser contínuo, ao longo do ano, ou pontual, para um lançamento, evento ou campanha específica.
Para quem é
- ONGs com trabalho relevante e pouca visibilidade fora do próprio círculo;
- Organizações que vão lançar um projeto, uma campanha ou um evento e querem cobertura;
- Instituições que atuam em temas que aparecem no noticiário e podem ser fontes qualificadas;
- ONGs que buscam credibilidade para negociar com empresas e financiadores.
Assessoria de imprensa não compra espaço nem garante publicação: o que ela faz é aumentar muito a chance de a pauta certa chegar ao jornalista certo. Qualquer promessa diferente disso merece desconfiança.
Como a Ruptura ajuda
A Ruptura integra a assessoria de imprensa ao restante da comunicação: a matéria publicada vira conteúdo nas redes, entra na página de transparência e reforça a apresentação institucional usada com empresas. Quando o assunto é sensível, a assessoria anda junto com a gestão de crise e reputação. Atendimento 100% remoto, para ONGs e OSCs de todo o Brasil.