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Marketing para ONGs de pessoas com deficiência

Ruptura · Atendimento em todo o Brasil
Pessoas com e sem deficiência em uma atividade de inclusão

ONGs e associações de pessoas com deficiência têm uma responsabilidade a mais na comunicação: ela precisa ser acessível e respeitosa, porque fala de inclusão e também com o público que defende. Uma publicação sem descrição de imagem ou um vídeo sem legenda contradiz a própria causa. A Ruptura ajuda essas organizações a comunicar com acessibilidade, linguagem correta e foco em captar apoio para o trabalho.

Comunicação acessível na prática

  • Imagens com descrição: texto alternativo no site e nas redes, e descrição no texto quando a plataforma não oferece o recurso;
  • Vídeos com legenda: e, sempre que possível, janela de Libras e audiodescrição nos vídeos institucionais;
  • Site navegável: contraste adequado, navegação por teclado, compatibilidade com leitores de tela e formulários simples, como no serviço de criação de sites;
  • Linguagem simples: frases curtas e diretas, que ajudam pessoas com deficiência intelectual e todo mundo;
  • Termos corretos: "pessoa com deficiência", como adota a Lei Brasileira de Inclusão, em vez de "portador", "especial" ou "deficiente" como substantivo.

O que a Ruptura faz

  • Diretrizes de comunicação: guia de linguagem e acessibilidade para a equipe usar no dia a dia;
  • Campanhas: para datas como o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, em 21 de setembro, com foco em direitos e protagonismo, e não em pena;
  • Empresas: propostas de parceria em capacitação, sensibilização de equipes e encaminhamento de profissionais, um caminho natural para empresas que buscam inclusão, com o serviço de parcerias com empresas;
  • Captação: doação mensal, campanhas e projetos para editais;
  • Redes sociais: pessoas com deficiência como protagonistas das histórias, contando conquistas, opiniões e rotina, com autorização;
  • Vídeo acessível: produção com legendas e recursos de acessibilidade pelo serviço de audiovisual.

Protagonismo, não superação

Narrativas de "superação" que tratam a deficiência como algo a ser vencido costumam incomodar o público que a organização defende. Funcionam melhor histórias em que a pessoa com deficiência fala por si, conta o que conquistou e aponta as barreiras que a sociedade ainda impõe. Essa abordagem gera engajamento genuíno e fortalece a credibilidade da organização. O artigo sobre contar histórias com ética traz exemplos.

Como funciona

  1. Diagnóstico gratuito: acessibilidade e eficácia da comunicação atual;
  2. Plano: ajustes de acessibilidade, calendário e captação;
  3. Execução: conteúdo, site e campanhas;
  4. Acompanhamento: relatórios mensais.

Atendimento remoto em todo o Brasil. Comece pelo diagnóstico gratuito.

Perguntas frequentes

O que é comunicação acessível na prática?

Texto alternativo nas imagens, legendas nos vídeos, contraste adequado, site navegável por teclado e leitor de tela e, quando possível, conteúdo em Libras e em linguagem simples.

Qual termo usar: deficiente, portador ou pessoa com deficiência?

Pessoa com deficiência, termo adotado pela Lei Brasileira de Inclusão. Evite "portador", "especial" e "deficiente" como substantivo.

Como engajar empresas na causa da inclusão?

Empresas com obrigação de cotas e metas de diversidade costumam buscar parceiros para capacitação, sensibilização de equipes e encaminhamento de profissionais. É uma porta de entrada para outros apoios.

Quer uma comunicação mais acessível e que traga apoio?

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