Institutos e fundações, sejam empresariais, familiares ou independentes, têm um desafio de comunicação diferente do de uma ONG que capta recursos. Muitos financiam projetos de terceiros e precisam mostrar o resultado desse investimento para conselhos, mantenedores, empresas e a sociedade, além de atrair boas propostas para seus editais e proteger a própria reputação. A Ruptura cria a estratégia de comunicação desses institutos com o olhar de quem conhece o terceiro setor por dentro.
Para quem é
- Institutos empresariais, que conduzem o investimento social de uma empresa;
- Fundações e institutos familiares, que organizam a filantropia de uma família;
- Institutos que executam projetos próprios e também captam recursos;
- Institutos culturais, de educação e de pesquisa. Veja também marketing para institutos culturais.
O que a comunicação de um instituto precisa resolver
- Mostrar impacto, não só investimento: o valor doado é o começo da história. O que importa é o que mudou na vida das pessoas e das organizações apoiadas. Veja o relatório anual e de impacto;
- Relação com a marca mantenedora: separar o que é investimento social do que é marketing da empresa, sem perder a conexão entre os dois;
- Editais e chamadas: divulgar oportunidades para as organizações certas e receber propostas melhores;
- Organizações apoiadas como protagonistas: contar as histórias dos parceiros, e não só do instituto, gera credibilidade;
- Reputação e coerência: alinhar o discurso público à prática, especialmente em temas sensíveis.
O que a Ruptura entrega
- Diagnóstico: públicos, canais, materiais atuais e percepção dos parceiros;
- Posicionamento e narrativa: o papel do instituto na causa e no território;
- Plano de comunicação: site, conteúdo, redes, imprensa e eventos;
- Comunicação de editais: páginas, materiais e divulgação direcionada;
- Relatórios e indicadores: como medir e mostrar o resultado do investimento social.
Experiência do lado de quem é apoiado
O idealizador da Ruptura, Gabriel Menezes, atuou dentro de uma grande organização social, a Pequeno Cotolengo Paulista, coordenando agências e a comunicação com apoiadores e parceiros. Essa vivência ajuda a desenhar uma comunicação de instituto que faz sentido também para as organizações apoiadas, que são, afinal, quem executa o impacto. Para o lado da captação, veja parcerias com empresas.