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Marketing para ONGs de mulheres

Ruptura · Atendimento em todo o Brasil
Mulheres reunidas em uma roda de conversa

ONGs, coletivos e institutos que atuam pelos direitos das mulheres fazem um trabalho que muitas vezes precisa ser discreto: acolher quem sofreu violência, orientar, encaminhar e proteger. Ao mesmo tempo, dependem de visibilidade para que as mulheres saibam onde buscar ajuda e para que apoiadores financiem o trabalho. A Ruptura ajuda essas organizações a equilibrar as duas coisas: comunicar com força e proteger quem é atendida.

Segurança vem antes de alcance

  • Nenhuma identificação: nome, rosto, voz, bairro ou detalhes da história que permitam reconhecer uma atendida ficam fora de qualquer peça;
  • Depoimentos com consentimento: por escrito, com possibilidade de retirar a autorização, e com recursos como voz alterada, ilustração ou leitura por outra pessoa;
  • Endereços sigilosos: serviços de abrigo nunca aparecem em mapas, fotos de fachada ou check-ins;
  • Moderação: regras e rotina para lidar com comentários agressivos e ataques nas redes, com apoio do serviço de gestão de crise e reputação.

O que a Ruptura faz

  • Campanhas de conscientização: para o Agosto Lilás, ligado ao aniversário da Lei Maria da Penha, e para os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres, de 25 de novembro a 10 de dezembro;
  • Informação que salva: conteúdo claro sobre canais de denúncia e apoio, como o Ligue 180, e sobre os serviços da própria organização;
  • Captação: doação mensal, campanhas com meta e propostas para empresas com metas de diversidade e ESG;
  • Empresas parceiras: palestras, campanhas internas e programas de empregabilidade para mulheres atendidas, com o apoio do serviço de parcerias com empresas;
  • Imprensa: posicionamento da organização como fonte qualificada sobre o tema, com a assessoria de imprensa;
  • Site e Google: páginas que aparecem quando mulheres da região procuram ajuda, com SEO e, se a organização for elegível, com o Google Ad Grants.

Falar com quem precisa e com quem pode ajudar

A mesma organização fala com dois públicos muito diferentes: mulheres que talvez estejam em perigo e apoiadores que querem financiar a causa. Separar esses caminhos no site e nas redes facilita a vida de ambos. Para quem busca ajuda, informação direta, contatos e um botão de saída rápida no site. Para apoiadores, resultados, histórias autorizadas e formas de doar. O artigo sobre contar histórias de impacto com ética aprofunda esse cuidado.

Como funciona

  1. Diagnóstico gratuito: comunicação atual, riscos e oportunidades;
  2. Diretrizes de segurança: regras de imagem, depoimentos e moderação para toda a equipe;
  3. Plano e execução: calendário, campanhas e captação;
  4. Acompanhamento: relatórios mensais.

Atendimento remoto em todo o Brasil. Comece pelo diagnóstico gratuito.

Perguntas frequentes

Como falar de violência contra a mulher sem expor as atendidas?

Nunca publique nome, rosto, endereço ou detalhes que permitam identificar quem foi atendida. Use depoimentos com consentimento, voz alterada ou ilustrações, e foque nos caminhos de ajuda.

Quais datas são mais importantes?

O Agosto Lilás, ligado ao aniversário da Lei Maria da Penha, e os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres, entre 25 de novembro e 10 de dezembro.

ONG de mulheres consegue apoio de empresas?

Sim, especialmente empresas com metas de diversidade e ESG. Ofereça formas concretas de apoio: campanha interna, palestra, doação recorrente ou contratação de mulheres atendidas.

Quer ampliar o alcance da sua causa com segurança?

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