Igrejas, paróquias, centros espíritas, terreiros, sinagogas, mesquitas e entidades confessionais mantêm uma parte enorme do trabalho social do país: creches, abrigos, casas de recuperação, distribuição de alimentos, atendimento a idosos e a pessoas em situação de rua. Segundo o Mapa das OSCs, do Ipea, as organizações religiosas estão entre os maiores grupos de organizações da sociedade civil no Brasil. Mesmo assim, muitas dessas obras sociais comunicam pouco e captam quase só dentro da própria comunidade de fé. O marketing para organizações religiosas da Ruptura ajuda essas instituições a comunicar a obra social com respeito, clareza e alcance.
O desafio: comunicar a obra social para além dos fiéis
A comunidade religiosa costuma ser a base de apoio mais fiel de uma obra social. Mas ela tem limite. Para crescer, a obra precisa ser compreendida também por empresas, poder público, fundações e pessoas de outras crenças ou sem religião, que podem apoiar a causa (alimentação, educação, cuidado com idosos) sem compartilhar a fé. Para isso, a comunicação precisa deixar claro o que é atividade religiosa e o que é trabalho social aberto a todos.
Essa separação não significa esconder a identidade da instituição. Significa apresentar a obra social pelo que ela faz e por quem ela atende, com transparência sobre a sua origem.
O que está incluído
- Diagnóstico da estrutura: como a obra social está organizada (dentro da própria igreja ou como associação separada, com CNPJ próprio) e o que isso muda na comunicação e na captação;
- Identidade da obra social: nome, marca e mensagens que apresentam o trabalho social com clareza, em harmonia com a instituição religiosa;
- Site e canais próprios: página da obra social com projetos, resultados, transparência e formas de ajudar;
- Comunicação com a comunidade de fé: materiais para avisos, boletins, grupos de WhatsApp e redes da instituição, mobilizando fiéis como doadores e voluntários;
- Comunicação com o público externo: conteúdo e campanhas pensados para quem não faz parte da comunidade;
- Captação para projetos sociais: campanhas de doação, programas de doação recorrente, parcerias com empresas e apoio na preparação para editais quando a organização é elegível;
- Transparência: prestação de contas da obra social separada das contas do culto, publicada de forma acessível;
- Gestão de voluntários: divulgação de vagas, acolhimento e reconhecimento, inclusive para voluntários de fora da comunidade.
Comunicação respeitosa com a fé e com quem é atendido
Trabalhamos com organizações de diferentes tradições religiosas, e o ponto de partida é sempre o respeito à identidade e às crenças de cada uma. Ao mesmo tempo, alguns cuidados valem para todas:
- Atendimento sem condição: deixar claro, quando for o caso, que a obra social atende pessoas de qualquer crença;
- Dignidade de quem é atendido: nada de imagens de pessoas em situação vulnerável usadas para comover sem autorização ou contexto;
- Separação de recursos: doações para a obra social devem ser usadas na obra social, e isso precisa estar claro para o doador;
- Linguagem acessível: termos próprios da tradição religiosa podem ser explicados quando a mensagem for para o público externo.
Na prática, isso costuma significar ter canais próprios para a obra social, com nome e linguagem que qualquer pessoa entende, sem deixar de mencionar a instituição que a mantém.
Como funciona
- Diagnóstico gratuito: conversa com a liderança religiosa e com os responsáveis pela obra social;
- Onboarding: levantamento dos projetos, públicos atendidos, documentação e canais existentes;
- Estratégia: definição de públicos, mensagens, canais e plano de captação;
- Execução: produção de identidade, site, conteúdo e campanhas, com aprovação da liderança;
- Otimização: acompanhamento dos resultados e ajustes periódicos.
Para quem é
- Igrejas, paróquias, dioceses, centros e casas religiosas que mantêm projetos sociais;
- Associações e fundações de origem confessional, como obras sociais, abrigos, hospitais filantrópicos e escolas comunitárias;
- Comunidades terapêuticas, casas de acolhimento e projetos de assistência ligados a instituições religiosas;
- Obras sociais que querem captar com empresas e com o público externo à comunidade de fé.
Como a Ruptura ajuda
A Ruptura trabalha exclusivamente com ONGs e OSCs e parte do que a instituição já tem de mais forte: uma comunidade engajada e um trabalho social com história. O idealizador, Gabriel Menezes, atuou no Pequeno Cotolengo Paulista, obra social de origem religiosa, coordenando agências, Google Ad Grants e CRM. Para organizar a base de doadores da comunidade, veja a implantação de CRM; para estruturar a doação mensal, o programa de doação recorrente. O plano geral começa pela estratégia de marketing para ONGs. Atendimento 100% remoto, em todo o Brasil.