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Como divulgar uma ONG de mulheres com segurança e alcance

Ruptura · 6 min de leitura
Como divulgar uma ONG de mulheres com segurança e alcance

Para divulgar uma ONG de mulheres, seja de enfrentamento à violência, empreendedorismo, saúde ou direitos, a comunicação precisa fazer duas coisas ao mesmo tempo: chegar às mulheres que precisam do serviço (muitas vezes de forma discreta e segura) e mobilizar apoiadores, empresas e poder público. O que mais funciona é informação útil, histórias contadas com consentimento e protagonismo, datas bem planejadas e parcerias com empresas que têm compromisso com equidade. Veja um passo a passo.

Segurança vem antes de alcance

Se a ONG atende mulheres em situação de violência, cada peça de comunicação deve ser pensada para não colocar ninguém em risco:

  • nunca exponha rosto, nome ou local de atendidas sem consentimento informado e avaliação de risco;
  • não divulgue endereços de casas-abrigo;
  • em conteúdos de ajuda, lembre que o celular pode ser monitorado pelo agressor, e indique canais oficiais como o Ligue 180 e o 190 em emergência;
  • tenha um protocolo para mensagens recebidas pelas redes, com resposta rápida e encaminhamento seguro.

Conteúdo que informa e fortalece

  • Direitos: o que é a Lei Maria da Penha, tipos de violência, como pedir medida protetiva, onde buscar ajuda na sua cidade;
  • Autonomia: cursos, empreendedorismo, empregabilidade, educação financeira;
  • Histórias de transformação: contadas pelas próprias mulheres, quando elas quiserem e como quiserem;
  • Bastidores: a equipe, as voluntárias, as oficinas, a rede de parceiras.

Datas para planejar com antecedência

  • 8 de março, Dia Internacional da Mulher;
  • Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, ligado ao aniversário da Lei Maria da Penha (7 de agosto);
  • 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, e os 16 dias de ativismo que seguem;
  • Outubro Rosa, se a ONG atua com saúde.

Nessas datas, imprensa, empresas e órgãos públicos procuram organizações para falar sobre o tema. Tenha porta-vozes preparadas e dados próprios.

Empresas e equidade

Muitas empresas têm metas de diversidade e de ESG e procuram parceiras para programas de empregabilidade feminina, combate ao assédio e apoio a colaboradoras. A ONG pode oferecer palestras, capacitações e projetos patrocinados. Apresente números, metodologia e possibilidade de envolvimento das colaboradoras da empresa. Veja parcerias B2B para ONGs e RSE e ESG em pequenas e médias empresas.

Site, Google e Ad Grants

Mulheres pesquisam "onde denunciar violência doméstica em [cidade]", "curso gratuito para mulheres" e "como sair de um relacionamento abusivo". Um site com conteúdo claro, botão de saída rápida nas páginas sensíveis e o Google Ad Grants podem levar ajuda a quem precisa e, ao mesmo tempo, trazer voluntárias e doadores.

Como a Ruptura ajuda

A Ruptura cria comunicação segura e eficiente para ONGs de mulheres, com conteúdo, campanhas de datas, parcerias com empresas e Google Ad Grants. Veja nossa página de marketing para ONGs de mulheres e o guia como captar recursos para ONG de mulheres, ou peça um diagnóstico gratuito. Se preferir, fale direto com a gente no WhatsApp e conte o momento da sua organização.

Perguntas frequentes

Como divulgar uma ONG de mulheres sem expor as atendidas?

Com consentimento informado, avaliação de risco, sem endereços de abrigos e com protocolo para mensagens recebidas pelas redes.

Quais datas uma ONG de mulheres deve aproveitar?

8 de março, Agosto Lilás e 25 de novembro, além do Outubro Rosa para quem atua com saúde.

Empresas apoiam ONGs de mulheres?

Sim, especialmente com programas de empregabilidade feminina, combate ao assédio e metas de diversidade.

Quer ampliar o alcance da sua ONG de mulheres?

A Ruptura começa com um diagnóstico gratuito da comunicação e da captação da sua organização.

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