Uma agência de marketing pode valer a pena para uma ONG pequena quando o escopo é enxuto e focado no que traz retorno mais rápido: página de doação, perfil no Google, Google Ad Grants e doação mensal. O erro é contratar "tudo" de uma vez, com um orçamento que não se sustenta. O caminho mais seguro é começar pequeno, medir e crescer junto com os resultados. Veja como.
Quando faz sentido
- a ONG não tem ninguém com tempo ou conhecimento para o marketing;
- quer captar online, mas a estrutura digital está incompleta;
- tem o Ad Grants parado ou nunca ativou;
- a diretoria aceita testar com metas claras.
O que contratar primeiro
- Base de captação: página de doação, perfil no Google e medição;
- Google Ad Grants: anúncios gratuitos que trazem visitantes todo mês;
- Doação mensal: programa simples para quem já apoia;
- Redes sociais: só depois da base pronta, com rotina enxuta.
Veja a checklist de captação digital.
Como caber no orçamento
- escopo por fases, começando pelo essencial;
- rubrica de comunicação em projetos e editais, como no guia de rubrica de comunicação;
- equipe interna capacitada para tarefas do dia a dia;
- voluntários para apoio pontual.
Veja quanto custa uma agência e orçamento de marketing.
O que esperar
Nos primeiros meses, estrutura pronta e primeiros resultados: mais visitas, contatos e doações online. A captação cresce com continuidade. Defina metas simples e acompanhe todo mês. Veja o plano de 90 dias.
Sinais de que a agência serve para ONG pequena
- propõe escopo enxuto, e não um pacote cheio;
- conhece o Ad Grants e o terceiro setor;
- mede resultados em doações e contatos;
- deixa contas e materiais em nome da ONG.
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