Terceirizar o marketing da ONG significa contratar uma agência ou profissionais externos para executar parte ou toda a comunicação. Faz sentido quando a organização precisa de habilidades que não tem internamente, quer resultados mais rápidos ou não consegue manter uma equipe completa. O segredo é decidir bem o que vai para fora e o que fica dentro. Veja prós, contras e como fazer a transição.
Vantagens
- Acesso a várias especialidades sem contratar cada perfil;
- Continuidade: o trabalho não para em férias ou saídas;
- Experiência: agências especializadas trazem o que funciona em outras ONGs;
- Custo previsível e flexível, conforme o escopo.
Desvantagens
- Distância do dia a dia: a agência depende da ONG para histórias e informações;
- Risco de perder a voz: sem alinhamento, a comunicação pode soar genérica;
- Dependência: se acessos e arquivos não ficam com a ONG, a troca de fornecedor fica difícil.
O que manter dentro da ONG
- relação com atendidos, grandes doadores e parceiros-chave;
- registro do dia a dia: fotos, histórias, informações;
- aprovação de conteúdos;
- atendimento de mensagens sensíveis.
O que costuma ser terceirizado
- estratégia e planejamento;
- site, páginas de doação e SEO;
- Google Ad Grants e anúncios;
- design, identidade visual e vídeo;
- gestão de redes sociais e campanhas.
Como fazer a transição
- diagnóstico e plano com a agência;
- guia de linguagem e regras de imagem;
- pessoa de contato na ONG para aprovações;
- contas e arquivos sempre em nome da ONG, como no guia de contrato com agência;
- reuniões e relatórios mensais.
Terceirizar sai mais caro?
Depende do escopo. Para tarefas especializadas, uma agência costuma custar menos que manter uma equipe com todas as habilidades. Veja quanto custa uma agência e como montar a equipe de comunicação.
Marketing terceirizado com quem conhece ONGs
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