E-mail ou WhatsApp para falar com doadores? No Brasil, o WhatsApp tem leitura muito mais alta e é o canal preferido de muita gente, mas pode parecer invasivo se usado em excesso. O e-mail tem leitura menor, mas é ótimo para conteúdos mais longos, recibos, relatórios e automações, e incomoda menos. A combinação dos dois, cada um para o que faz melhor, costuma trazer os melhores resultados. Veja como dividir.
Comparação
| Critério | ||
|---|---|---|
| Leitura | Muito alta | Moderada |
| Percepção | Pessoal, próximo; pode incomodar se frequente | Formal, menos invasivo |
| Melhor para | Agradecimentos, avisos rápidos, convites, urgências | Newsletter, recibos, relatórios, histórias longas |
| Automação | Limitada sem ferramentas oficiais | Fácil (réguas, segmentação) |
| Custo | Baixo no uso manual; API oficial tem custo | Baixo, com ferramentas gratuitas ou baratas |
Uma divisão que funciona
- WhatsApp: agradecimento logo após a doação, aviso de pagamento recusado, convite para evento, campanha urgente, áudio do presidente agradecendo no fim do ano;
- E-mail: boas-vindas, newsletter mensal, prestação de contas, recibo para Imposto de Renda, relatório anual. Veja e-mail marketing para doadores.
Regras de ouro do WhatsApp
- só envie para quem autorizou;
- use lista de transmissão ou canal, nunca grupos sem consentimento. Veja canal do WhatsApp;
- mensagens curtas e pessoais;
- no máximo poucas mensagens por mês para doadores;
- sempre ofereça a opção de parar de receber.
Pergunte ao doador
A forma mais simples de acertar o canal é perguntar: no cadastro de doação, inclua "como prefere receber notícias?". Respeitar a preferência aumenta a retenção. Veja pesquisa com doadores.
Como a Ruptura ajuda
A Ruptura monta réguas de relacionamento com doadores combinando e-mail e WhatsApp. Veja nossos serviços de e-mail marketing e WhatsApp para ONGs, ou peça um diagnóstico gratuito. Se preferir, fale direto com a gente no WhatsApp e conte o momento da sua organização.