Hospitais filantrópicos e Santas Casas atendem boa parte da população pelo SUS, e quase sempre com conta no vermelho. Muitos já têm uma área de marketing, mas ela está ocupada com a comunicação assistencial: serviços, convênios, campanhas de saúde. A captação de recursos com pessoas e empresas fica sem dono. A Ruptura ajuda hospitais filantrópicos a estruturar o marketing de captação, que tem público, mensagens e metas próprios.
Por que a captação precisa de comunicação própria
- O doador não é o paciente: quem doa quer saber o impacto do dinheiro, não os horários do ambulatório;
- A cidade inteira é público: ex-pacientes, famílias, médicos, colaboradores e empresas locais têm vínculo afetivo com o hospital e raramente recebem um convite para apoiar;
- Confiança é tudo: hospitais filantrópicos são cobrados por transparência; prestar contas com clareza é parte da captação;
- Regras específicas: o Google não aceita hospitais no programa de anúncios gratuitos para ONGs. Braços beneficentes com CNPJ próprio, como associações de amigos ou fundações de apoio, podem ser elegíveis ao Google Ad Grants.
O que a Ruptura faz
- Plano de captação: metas, públicos e canais, alinhados com a diretoria e com a comunicação institucional, a partir do diagnóstico de captação;
- Doação recorrente: um programa de doadores mensais com página própria, Pix e cartão;
- Campanhas: para equipamentos, reformas e alas específicas, com meta visível e prestação de contas no fim, usando hotsite de campanha quando faz sentido;
- Empresas: propostas de parceria, campanhas internas e programas como a doação de notas fiscais, nos estados onde existem;
- Base de doadores: organização dos contatos e CRM para agradecer, informar e pedir de novo no momento certo;
- Histórias: vídeos e depoimentos de pacientes e equipes, com autorização e respeito ao sigilo.
Cuidados de comunicação na saúde
Campanhas de hospital lidam com informação sensível. Nada de imagens de pacientes sem autorização expressa, nada de exposição de prontuários ou situações constrangedoras, e cuidado para não prometer resultados de tratamento. A boa história mostra o cuidado e a estrutura que a doação torna possível. O artigo sobre marketing para ONGs de saúde aprofunda esses cuidados.
Como funciona
- Diagnóstico gratuito: de onde vêm hoje as doações e o que já existe de comunicação;
- Plano de captação: com metas por canal e cronograma;
- Execução: em conjunto com a equipe de comunicação do hospital;
- Relatórios: doações, novos doadores e retenção, mês a mês.
Atendimento remoto, para hospitais e Santas Casas de todo o Brasil. O primeiro passo é o diagnóstico gratuito.